Le Conseil de Paris souhaite accueillir les dixièmes « Gay Games » en 2018. Un vœu déposé par le maire du 2e arrondissement, Jacques Boutault, au nom du groupe Europe-Ecologie-Les-Verts.
Je dois vous avouer que je ne connaissais pas l’existence de ces « Gay Games ». Je ne savais pas qu’il s’agissait de « la plus grande manifestation sportive et culturelle organisé par et pour les athlètes, artistes, musiciens LGBT » (LGBT voulant dire, pour ceux qui l’ignoreraient encore, lesbiennes, gays, bi et transsexuels).
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On veut « ouvrir le mariage à tous » mais on rêve d’un entre-soi. On prône la fin des discriminations, mais on élève des barrières.
Organizar um campeonato ou uma competição desportiva exclusivamente em função de um determinado comportamento e/ou de uma preferência sexual, não lembra ao diabo.
Os “Gay Games” são uma espécie de jogos olímpicos só para gays, mas que são pagos pela esmagadora maioria da população que não tem nada a ver com esse assunto. Numa altura em que o governo socialista de François Hollande defende o “casamento para todos”, a esquerda francesa defende a realização em Paris e em 2018, dos “jogos só para fanchonos”.
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