quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Carta aberta aos brasileiros da filha de José Genoino e RESPOSTA de Manuel Santos!!!!

Carta aberta aos brasileiros da filha de José Genoino e RESPOSTA de Manuel Santos!!!!

Leia com bastante atenção a resposta da carta.


Assunto: Carta aberta aos brasileiros da filha de José Genoino e resposta
Carta aberta aos brasileiros da filha de José Genoino
 
A coragem é o que dá sentido à liberdade
 
Com essa frase, meu pai, José Genoino Neto, cearense, brasileiro, casado, pai de três filhos, avô de dois netos, explicou-me como estava se sentindo em relação à condenação que hoje, dia 9 de outubro, foi confirmada. Uma frase saída do livro que está lendo atualmente e que me levou por um caminho enorme de recordações e de perguntas que realmente não têm resposta.

Lembro-me que quando comecei a ser consciente daquilo que meus pais tinham feito e especialmente sofrido, ao enfrentar a ditadura militar, vinha-me uma pergunta à minha mente: será que se eu vivesse algo assim teria essa mesma coragem de colocar a luta política acima do conforto e do bem estar individual? Teria coragem de enfrentar dor e injustiça em nome da democracia?
Eu não tenho essa resposta, mas relembrar essas perguntas me fez pensar em muitas outras que talvez, em meio a toda essa balbúrdia, merecem ser consideradas...
Você seria perseverante o suficiente para andar todos os dias 14 km pelo sertão do Ceará para poder frequentar uma escola? Teria a coragem suficiente de escrever aos seus pais uma carta de despedida e partir para a selva amazônica buscando construir uma forma de resistência a um regime militar? Conseguiria aguentar torturas frequentes e constantes, como pau de arara, queimaduras, choques e afogamentos sem perder a cabeça e partir para a delação? Encontraria forças para presenciar sua futura companheira de vida e de amor ser torturada na sua frente? E seria perseverante o suficiente ao esperar 5 anos dentro de uma prisão até que o regime político de seu país lhe desse a liberdade?
E sigo...
Você seria corajoso o suficiente para enfrentar eleições nacionais sem nenhuma condição financeira? E não se envergonharia de sacrificar as escassas economias familiares para poder adquirir um terno e assim ser possível exercer seu mandato de deputado federal? E teria coragem de ao longo de 20 anos na câmara dos deputados defender os homossexuais, o aborto e os menos favorecidos? E quando todos estivessem desejando estar ao seu lado, e sua posição fosse de destaque, teria a decência e a honra de nunca aceitar nada que não fosse o respeito e o diálogo aberto?
Meu pai teve coragem de fazer tudo isso e muito mais. São mais de 40 anos dedicados à luta política. Nunca, jamais para benefício pessoal. Hoje e sempre, empenhado em defender aquilo que acredita e que eu ouvi de sua boca pela primeira vez aos 8 anos de idade quando reclamava de sua ausência: a única coisa que quero, Mimi, é melhorar a vida das pessoas...
Este seu desejo, que tanto me fez e me faz sentir um enorme orgulho de ser filha de quem sou, não foi o suficiente para que meu pai pudesse ter sua trajetória defendida. Não foi o suficiente para que ganhasse o respeito dos meios de comunicação de nosso Brasil, meios esses que deveriam ser olhados através de outras tantas perguntas...
Você teria coragem de assumir como profissão a manipulação de informações e a especulação? Se sentiria feliz, praticamente em êxtase, em poder noticiar a tragédia de um político honrado? Acharia uma excelente ideia congregar 200 pessoas na porta de uma casa familiar em nome de causar um pânico na televisão? Teria coragem de mandar um fotógrafo às portas de um hospital no dia de um político realizar um procedimento cardíaco? Dedicaria suas energias a colocar-se em dia de eleição a falar, com a boca colada na orelha de uma pessoa, sobre o medo a uma prisão que essa mesma pessoa já vivenciou nos piores anos do Brasil?

Pois os meios de comunicação desse nosso país sim tiveram coragem de fazer isso tudo e muito mais.
Hoje, nesse dia tão triste, pode parecer que ganharam, que seus objetivos foram alcançados. Mas ao encontrar-me com meu pai e sua disposição para lutar e se defender, vejo que apenas deram forças para que esse genuíno homem possa continuar sua história de garra, HONESTIDADE e defesa daquilo que sempre acreditou.
Nossa família entra agora em um período de incertezas. Não sabemos o que virá e para que seja possível aguentar o que vem pela frente pedimos encarecidamente o seu apoio. Seja divulgando esse e/ou outros textos que existem em apoio ao meu pai, seja ajudando no cuidado a duas crianças de 4 e 5 anos que idolatram o avô e que talvez tenham que ficar sem sua presença, seja simplesmente mandando uma palavra de carinho. Nesse momento qualquer atitude, qualquer pequeno gesto nos ajuda, nos fortalece e nos alimenta para ajudar meu pai.
Ele lutará até o fim pela defesa de sua inocência. Não ficará de braços cruzados aceitando aquilo que a mídia e alguns setores da política brasileira querem que todos acreditem e, marca de sua trajetória, está muito bem e muito firme neste propósito, o de defesa de sua INOCÊNCIA e de sua HONESTIDADE. Vocês que aqui nos leem sabem de nossa vida, de nossos princípios e de nossos valores. E sabem que, agora, em um dos momentos mais difíceis de nossa vida, reconhecemos aqui humildemente a ajuda que precisamos de todos, para que possamos seguir em frente.

Com toda minha gratidão, amor e carinho,

Miruna Genoino
Resposta por Manoel Santos, em 10 Out 2012 a cartinha aberta da filha do Genoíno
Bom, como a carta aberta da filha de Genoíno é endereçada À TODOS OS BRASILEIROS, e eu, como carioca da gema, filho agradecido de nordestino cabra da peste e de uma mineirinha de 1.57cm, enfezada feito uma capeta mestruada, tenho, por óbvio, o direito de responder.
Querida Miruna, me solidarizo, sinceramente, com sua dor. Um filho ou filha, agradecidos ao pai que lhes trouxe ao mundo, funciona como um advogado, quando da defesa de um réu.
Lamentávelmente o fato de ser avô, ter dois filhos e 3 netos, por si só, não garante que um cidadão que se enquadre nesta condição seja elevado à condição acima de quaisquer suspeitas.
Fernandinho Beira Mar é pai. Tem 4 filhos (reconhecidos) e também é avô de dois netos e isso, convenhamos, não serve de passaporte para a impunidade.
Infelizmente Você teve a CONSCIÊNCIA do que seu pai fez durante o REGIME MILITAR. Eu, ao contrário de você, vivi todos os piores momentos daquela época.
Não estranhe o fato: MAS MUITOS BRASILEIROS COLOCARAM SUAS VIDAS EM RISCO, ACIMA DO CONFORTO E DO BEM ESTAR INDIVIDUAL, para resgatar nossa democracia. Eu estava nesse meio, como outros milhares de brasileiros. E comecei a fazer isso, com apenas 16 anos de idade.
Seu pai, ao contrário do que afirmas, causou mais dor do que tenha sentido. Basta que você leia sobre a guerrilha do Araguaia, motivo de orgulho de seu pai, para saber o que realmente ali se passou. Os justiçamentos, os sequestros, os assaltos, tudo registrado nos arquivos com ambas as visões: a fantasiosa e a verdadeira. A de bandidos que queriam se transformar em heróis e heróis que foram transformados em bandidos pelos fisólofos à soldo do petralhismo, por jornalistas engajados e historiadores que fraudaram a história.
Você, com acerto, diz não ter as respostas para as perguntas que se faz, ao contrário dos que vivenciaram cada frame negro daquele filme. Hoje, quem viveu aquele momento, sabe as respostas de todas as perguntas e sabem que faltam perguntas para tantas respostas.
Por exemplo:
Que "forma de resistência" é essa que falas? Os justiçamentos ocorridos no Araguaia pela SIMPLES DESCONFIANÇA DE QUE UM COMPANHEIRO ESTAVA TRAINDO O GRUPO? O assassinato a marteladas de um jovem tenente que acreditou nas promessas dos guerrilheiros e resolveu se entregar? Uma bomba deixada no aeroporto de Guararapes que deixou 17 vítimas e dois inocentes mortos? Ou a que matou um jovem soldado de apenas 19 anos de idade?
São mais de 40 anos de vida política, diz você. Excetuando-se todas as falsas glorificações dos heróis bandidos, o que sobra de vida de seu pai, se é que ele cometeu algo de louvável, restou findo no dia de hoje e de forma DEMOCRÁTICA, LEGAL, SEGUNDO O ORDENAMENTO JURÍDICO DE NOSSA NAÇÃO e ONDE LHE FOI DADO TODO O DIREITO À AMPLA DEFESA que, diga-se, centrou-se na mais cínica mentira que seu próprio texto, nas entrelinhas, conclui.
E aí, Miruna, chegou a hora de você apresentar respostas para as perguntas sobre as respostas que temos:
1) Sendo seu pai tudo o que você descreve com esse belo amor de filha, como pode eLLe não saber de nada do que era feito bem debaixo de seu nariz?
2) Sendo esse HOMEM PRESUMIDAMENTE, POR VOCÊ, CORAJOSO COMO SEMPRE FOI, segundo diz você, POR QUE ELLE NÃO DISSE NÃO AO QUE OUTROS FAZIAM E AINDA COLOCANDO SUA ASSINATURA PESSOAL EM EMPRÉSTIMOS FRAUDULENTOS?
3) SENDO ESSE HOMEM TÃO COMBATIVO QUE SEU AMOR FRATERNO DESCREVE, POR QUE ELLE NÃO IMPEDIU QUE SE COMETESSE UM CRIME NOJENTO, BEM DEBAIXO DO SEU NARIZ, QUE PODERIA CHEGAR AO QUE CHEGAMOS HOJE?
4) SE ELLE LHE DISSE, AOS 8 ANOS: "MIMI, QUERO MELHORAR A VIDA DAS PESSOAS", então por que permitiu que uma quadrilha roubasse a grana de milhões de brasileiros que trabalham diuturnamente para pagar impostos escorchantes que foram roubados em nome de uma causa?
5) Suponhamos, Mimi, que seu pai não soubesse de tudo o que aconteceu nesse episódio tenebroso que atentou contra a nossa democracia, pergunto: Então, por que não saiu do partido quando soube? Por que comemorou várias vezes com muitos integrantes do bando as "vitórias" do governo, compradas com dinheiro sujo?
6) E a pergunta final Mimi: POR QUE, TENDO TODAS AS CHANCES DE SE DEFENDER, NÃO O FEZ DE FORMA CABAL, ONDE NÃO RESTASSEM DÚVIDAS SOBRE SUA ATUAÇÃO? POR QUE MENTIU TANTO? POR QUE, CORAJOSO, NÃO OPTOU PELA VERDADE DESDE O PRIMEIRO DEPOIMENTO?
Ah, Mimi, não recrimine "os meios de comunicação" desta nossa nação. Muitos jornalistas se esmeram em produzir e divulgar as farsas aprontadas por LuLLa e sua quadrilha. Mas ela, Mimi, ainda é livre. Na Argentina, cujo governo da doida seu pai defende, a imprensa está sendo cassada. Em Cuba ela só existe para falar bem do governo assassino que seu pai defende. Na Venezuela, as versões que prevalecem, são as oficiais. As poucas que falam a verdade, ou foram "estatizadas" ou "foram eliminadas". Todos estes exemplos de democracia, são defendidos pelo seu querido pai.
Seu pai terá, como preza nossa democracia, o pleno direito de espernear o quanto quiser. Faz parte.
Da mesma forma, temos o direito de torcer para que a pena que lhe seja imposta seja suficientemente grande, para que não retorne como falso herói novamente.
Seu pai Miruna, com toda a razão e compreensão que nos cabe ter neste momento difícil que vives, pode ser o HERÓI que sua visão enxerga. É o seu papel de filha e lhe admiro por isso.
Mas para nós brasileiros, que cansamos de impunidade, que cansamos das mentiras contadas por LuLLa e amplamente defendidas por seu pai, que cansamos do cinismo com que fomos tratados, que quase desistimos de lutar por esta nação, ao constatarmos todos os dias que os bandidos de sempre impunham à milhões de brasileiros uma pauta sobre a qual não nos cabia o direito de defesa, seu pai não passa de um bandido covarde que ajudou a roubar o dinheiro que poderia construir escolas, creches, hospitais, comprar medicamentos para quem não tem como pagar, dar casas para quem não tem onde morar e realmente, como eLLe lhe disse aos 8 anos: "que a única coisa que queria, era melhorar a vida das pessoas".
Sinto muito Miruna pela sua dor e pelo momento difícil que estás passando.
Mas não nos tire o direito de sentir uma alegria esfuziante por ver resgatada a justiça que parecia nos ter abandonado. Não nos tire a alegria de poder constatar que um Brasil mais justo e mais honesto, mais verdadeiro e menos cheio de farsantes e mentirosos esteja, finalmente, renascendo.
Lamento te dizer Miruna, mas a sua dor é do tamanho exato da alegria das pessoas decentes. Do simples carteiro que encontra uma mala de dinheiro e devolve, ao invés de escondê-la nas cuecas, como fez seu tio, das pessoas que trabalham incansavelmente para dar um futuro melhor para seus filhos, sem praticar qualquer tipo de crime. Do policial que prende quem tenta lhe subornar. Do juiz que julga de forma imparcial um réu, seja ele quem for. Do político que honra os votos que recebeu.
A sua tristeza, Miruna, é a compreensível tristeza de filha.
A minha alegria, ao ver seu pai preso, pagando pelos crimes que cometeu, é a de um brasileiro que quer deixar para os netos, um país LIMPO –JUSTO – HONESTO e COM PLENO EXERCÍCIO DA MAIS LIVRE E RESPONSÁVEL DEMOCRACIA.

Por fim Miruna, não "É A CORAGEM QUE DÁ SENTIDO À LIBERDADE", como você disse nas primeiras linhas de sua cartinha, mas o medo de perdê-la. A CORAGEM, querida e competente filha, só é necessária para se defender a verdade como norte, quando todos defendem a mentira como método.
Veja com publicado em:
Lembre-se sempre:
"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim".
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terça-feira, 9 de outubro de 2012

Professor Universitário, esquerdista e simpatizante dos "direitos humanos" reclama para a polícia que a cocaína que consumia era "batizada", era de "pouca qualidade"




ES: professor universitário reclama para polícia de droga 'batizada'

09 de outubro de 2012  15h04  atualizado às 15h10

Um professor da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) acionou, nesta segunda-feira, o Centro Integrado de Operações de Defesa Social (Ciodes) de Vitória (ES) para reclamar da qualidade da cocaína que ele havia consumido, que estaria "batizada". De acordo com a polícia, ele alegou ter sido vítima de uma tentativa de homicídio por envenenamento.
O professor foi encaminhado ao Departamento de Polícia Judiciária (DPJ). Segundo o delegado Leonardo Ávila, o homem, que "não estava em seu estado normal, estava alterado", alegou que o pó havia obstruído sua garganta e dificultado sua respiração. A droga passou por um exame preliminar com um reagente que apontou que se trata mesmo de cocaína. Outro exame definitivo e um laudo técnico ainda serão efetuados.
O professor foi autuado por porte das 7 g de droga para uso, assinou um Termo Circunstanciado (TC) e terá de cumprir pena alternativa de prestação de serviços à comunidade. Ele alegou para a polícia que é usuário também de maconha e de crack. De acordo com a polícia, o boletim de ocorrência por tentativa de homicídio ficou a critério do professor, que teria desistido de registrá-lo.
A Ufes declarou que não há registro de denúncia ou reclamação em relação o professor na universidade e que não tem conhecimento das especificidades de tratamentos de saúde dos professores.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI6216381-EI5030,00-ES+professor+universitario+reclama+para+policia+de+droga+batizada.html


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domingo, 7 de outubro de 2012

Professor universitário prova vulnerabilidade de Urnas Eletrônicas Brasileiras


Professor universitário prova vulnerabilidade de Urnas Eletrônicas Brasileiras

A votação foi simulada pelo TSE, mas foi suficiente para provar que a Urna Eletrônica Brasileira não é cem por cento confiável. Um grupo da Universidade de Brasília, comandado pelo professor Diego Aranha, conseguiu, em março deste ano, quebrar a segurança da urna e descobrir a ordem cronológica de votos. Este fato traz à tona uma discussão com relação à primeira legislação eleitoral brasileira, em 1932, que fala que o cidadão tem direito ao voto secreto. A descoberta do professor e de sua equipe, demonstra um problema no sistema, que compromete, segundo Aranha, o sigilo da votação. Ele afirma que, por este motivo, há possibilidade de haver uma “fraude indireta”, envolvendo a compra de votos.
O sistema da urna eletrônica mistura a votação, não a deixando em ordem cronológica. A descoberta de Diego Aranha deixa os dados de uma seção eleitoral exatamente iguais à ordem de votação, e esse é o problema. O professor alegou que se colocou à disposição do Tribunal Superior Eleitoral para corrigir os problemas e tentar tornar o sistema o mais confiável possível, porém disse nunca ter sido chamado. A sua equipe ainda encontrou uma falha que poderia pôr em risco o resultado de toda uma eleição. Ele explica que há uma solução, entre aspas, “simples” para esta questão da confiança na urna eletrônica. Segundo ele, basta que a pessoa faça todo o procedimento do voto onde, ao final, o equipamento emita uma via, comprovando que o eleitor realmente votou no candidato desejado.
Paulo Dionísio Fernandes, coordenador de eleições do TRE em Santa Catarina, disse que a segurança das urnas eletrônicas não acontece única e exclusivamente por meio de um software, ou seja, de um programa. Outras barreiras físicas existem contra aqueles que tenham como interesse adulterar uma eleição. O coordenador aponta uma série obstáculos contra fraudes e afirma que o eleitor pode sim confiar na votação eletrônica.
Com relação à possibilidade da emissão de um comprovante, Fernandes afirmou que esse procedimento já foi testado em eleições passadas, não tendo muito sucesso. Problemas de sistema e de impressão foram comuns, e o coordenador de eleições do TR disse que, o simples fato de aparecer a foto, o nome, o partido e os dados do candidato, já são suficientes para comprovar o voto ao eleitor.
Em setembro deste ano, uma pessoa foi presa em Almirante Tamandaré, Paraná, tentando vender a uma coligação, alegadas maneiras de adulterar uma votação pelo preço de cinquenta mil reais. Países como Irlanda e França descartaram a possibilidade de uso do equipamento por alegar que ele não é totalmente seguro. Outros Estados, como Argentina e Rússia, utilizam a urna eletrônica, porém de um modo que permite ao eleitor verificar se o seu voto foi computado corretamente.

Fonte: http://www.radioclubeblumenau.com.br/noticias/default.aspx?s=15&codigo=14855

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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

(Imagem chocante - proibido para menores de 21 nos) A esquerda e o petismo francês defendem o “casamento para todos” e os “Gay Games” em Paris com o dinheiro público!

A esquerda francesa defende o “casamento para todos” e os “Gay Games” em Paris

by O. Braga

Le Conseil de Paris souhaite accueillir les dixièmes « Gay Games » en 2018. Un vœu déposé par le maire du 2e arrondissement, Jacques Boutault, au nom du groupe Europe-Ecologie-Les-Verts.
Je dois vous avouer que je ne connaissais pas l’existence de ces « Gay Games ». Je ne savais pas qu’il s’agissait de « la plus grande manifestation sportive et culturelle organisé par et pour les athlètes, artistes, musiciens LGBT » (LGBT voulant dire, pour ceux qui l’ignoreraient encore, lesbiennes, gays, bi et transsexuels).
(...)
On veut « ouvrir le mariage à tous » mais on rêve d’un entre-soi. On prône la fin des discriminations, mais on élève des barrières.
Organizar um campeonato ou uma competição desportiva exclusivamente em função de um determinado comportamento e/ou de uma preferência sexual, não lembra ao diabo.
Os “Gay Games” são uma espécie de jogos olímpicos só para gays, mas que são pagos pela esmagadora maioria da população que não tem nada a ver com esse assunto. Numa altura em que o governo socialista de François Hollande defende o “casamento para todos”, a esquerda francesa defende a realização em Paris e em 2018, dos “jogos só para fanchonos”.
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O que Marta deve fazer no Ministério da Cultura


Por: Felipe AtxaIndiqueImprimir
Marta Suplicy pode superar a gestão de Ana de Hollanda se conseguir fazer ainda menos do que a antecessora.

Vamos fingir que Ana de Hollanda caiu não pelo arranjo eleitoral feito em SP, mas porque sua gestão à frente do MinC foi enfadonha. Acusada de imobilismo ou de ter “feito pouco”, Hollanda foi sensacional. E a única maneira de ser superada por Marta Suplicy é com esta última não fazendo coisa alguma.

Se por acaso não fizer nada, Marta obrigará imediatamente os “artistas” dependentes de verbas públicas do Ministério a ter ideias novas a respeito do que fazer. Tais ideias novas inevitavelmente se converterão em novas maneiras de produzir obras artísticas em todos os segmentos. O joio também será separado do trigo: ideias péssimas (que seriam realizadas quase que acidentalmente pela fartura em subsídio estatal disponível) serão abandonadas, “artistas” preguiçosos ou titubeantes quanto a sua própria arte desistirão da carreira, abrindo espaço para artistas mais novos, mais resilientes ou mais talentosos. Medalhões voltarão para casa, desistindo de empregar cônjuges, filhos e amancebados em seus novos “projetos culturais”. Sem dinheiro para as artes, as artes magicamente começam a florescer.

Na miséria, artistas despertam a atenção de mecenas voluntários, que passam então a usar seu próprio dinheiro para financiar os artistas mais interessantes que despertam a atenção das pessoas sem o auxílio do aparato público da cultura que cria e estimula demandas artificiais por uma cultura artificial pela qual ninguém se interessaria em condições normais. Os melhores artistas, ou os mais trabalhadores, começam a ganhar dinheiro pelo seu próprio trabalho. Todos os outros podem também se aprimorar ao perder menos tempo fazendo “networking” em busca de verbas públicas ou trafegando pelos nove círculos do inferno burocrático de formulários e planilhas (tudo para merecer sua parte do “financiamento público da cultura”).

Bibliotecas sucateadas empurram leitores ávidos para a Internet e para a troca de livros entre si. Sebos comemoram, livrarias disparam vendas. A grande procura por livros faz com que mais empreendedores dediquem-se ao setor, quando os preços dos livros (sempre altos demais, e talvez ainda mais quando as bibliotecas públicas fecharem) finalmente caem por causa da concorrência (agora) acirrada.

Filmes ruins e caros dão lugar a filmes ruins (e bons), caros (e baratos), mas todos feitos com dinheiro privado. No mercado, os melhores começam a vencer – não mais os que detêm verbas públicas para lançar e divulgar seus abacaxis. O sucesso dos filmes ruins (mas populares) estimula a concorrência e abre espaço para que filmes mais “artísticos” também sejam produzidos (ainda que possam dar prejuízo no final). Livres da bênção maldita do Leviatã, outras artes também prosperam (e aquelas que apenas sobreviveriam via “respiração artificial estatal” cedem lugar a novas manifestações, mais sintonizadas com o espirito da época e com o gosto das pessoas).

cabidão de empregos em que se transformou o “aparato cultural” do governo se desfaz de uma hora para outra: a sociedade economiza e novas vocações são obrigatoriamente despertadas em antigos burocratas da cultura oficial (momentaneamente desempregados como pessoas comuns). Os bilhões do orçamento do MinC são devolvidos aos verdadeiros donos (os contribuintes brasileiros) que agora podem fazer deles o que bem entenderem: até mesmo investir em cultura, patrocinar ou consumir artes e artistas brasileiros.

Quando o lápis cai no chão, contudo, percebo que estou sonhando acordado... Leio na Internet que, antes mesmo de assumir seu novo cargo, Marta Suplicy já conseguiu aprovar uma tal de PEC da Cultura – aquela que institui o “Sistema Nacional de Cultura” (http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/09/pedido-de-marta-suplicy-senadores-aprovam-pec-da-cultura.html).

“Sistema de cultura”? O que vem a ser tal coisa? É um software?

O sonho acabou: Marta Suplicy jamais superará Ana de Hollanda.

Fonte: http://midiaamais.com.br/artigo/detalhes/2273/


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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

A praga do mensalão no PT de Portugal

Ai, Lello!! ¿Também tu, Lelluuu????!!!

by O. Braga


A alternativa democrática ao PSD do Pernalonga — o Partido Socialista — é ainda pior do que Passos Coelho. Estamos metidos numa alhada. Venha de lá a tropa, a ver se ainda se salva alguma coisa.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

A organização milionária da mulher de Delúbio


A organização milionária da mulher de Delúbio


ISTO É

28.Set.12 - 21:00 |  Atualizado em 29.Set.12 - 15:29


Mônica Valente comanda o escritório brasileiro de associação que recebe R$ 7 mi por ano para representar sindicatos

Josie Jeronimo
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DONA DO COFRE

O ex-tesoureiro do PT (á esq.), Delúbio Soares, diz que depende da mulher,... Mônica Valente,
para honrar suas despesas. Ela cobra um euro por filiado à associação que dirige
Exonerado do cargo de professor da rede pública de Goiás e vivendo oficialmente da renda de uma imobiliária virtual, o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares costuma dizer que depende da mulher para honrar suas despesas. Mas não deve ser com os rendimentos do ofício de psicóloga que Mônica Valente tem conseguido ajudar o marido. Desde a militância à frente da Central Única dos Trabalhadores (CUT) na década de 90, Mônica aprofundou sua atuação profissional no mundo dos sindicatos de servidores. Membro do diretório nacional do PT, a mulher de Delúbio comanda o escritório brasileiro da Internacional do Serviço Público (ISP), entidade que desempenha o papel de intermediário entre os sindicatos de funcionários públicos e organismos globais, como a Organização Internacional do Trabalho (OIT). A adesão das confederações à ISP custa um euro por filiado. Em conjunto, as 26 confederações filiadas à associação comandada por Mônica Valente repassam para ela R$ 7 milhões por ano das receitas obtidas com o imposto sindical. As informações foram confirmadas à ISTOÉ por dirigentes de entidades ligadas a esse braço brasileiro da organização internacional.

O destino desse dinheiro todo, porém, é um mistério até mesmo para as entidades que pagam pela filiação. A ISP recebe recursos das confederações que representam os servidores públicos e não presta contas. Por isso, a filiação à ISP gera polêmica na base das confederações. Sindicalistas contrários ao repasse de dinheiro à associação alegam não entender para que serve o dinheiro aplicado na entidade para a representação internacional. Argumentam que os resultados da atuação da organização comandada pela mulher de Delúbio deixam a desejar. Em dez anos de existência, por exemplo, apenas uma denúncia contra cerceamento dos direitos trabalhistas teria sido aceita pela OIT. “Ela não tem participação nas principais causas, não tem programa. É mais uma entidade em que os dirigentes se apegam à estrutura para ter benefícios. Recebe arrecadação das entidades e não tem transparência”, critica Sandro Pimentel, um dos coordenadores da Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras (Fasubra). Servidores do Judiciário tentaram impedir na Justiça o desconto nos salários para bancar entidades, que segundo Adilson Rodrigues, diretor do Sintrajud, nem deveriam existir. “É um absurdo descontar um dia do salário do trabalhador para sustentar sindicatos de fachada. Os dirigentes se lambuzam no dinheiro suado do servidor. No dia a dia, a ISP é fictícia. A atuação internacional de um sindicato é algo pontual, não de filiação em tempo integral. Gastamos dinheiro para bancar uma entidade fajuta”, acusa Rodrigues.
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A denominação “internacional” que a associação comandada por Mônica carrega também não combina com a estrutura que o ISP tem no Brasil. Como uma espécie de “franquia” do órgão internacional, a associação registrou CNPJ em São Paulo em 2001, antes da entrada da mulher de Delúbio. Embora tenha mais de dez anos de existência e opere uma verba milionária, a associação que embolsa recursos das confederações sindicais se resume a uma sala no centro da capital paulista e é tocada hoje por apenas duas pessoas. Além de Mônica, a entidade também é representada por Jocélio Drummond. Durante a semana, a reportagem de ISTOÉ procurou a mulher de Delúbio e outros representantes da ISP, mas a secretária da organização insistiu que a entidade não contava com nenhum outro responsável além de Mônica e Jocélio, ambos fora do País, em viagem à Argentina. No papel de representantes dos servidores públicos brasileiros no plano internacional, os dois se revezam realizando palestras, recrutando integrantes das confederações para formar grupos de trabalhos – com o objetivo de discutir temas do funcionalismo – e participando de congressos dos sindicatos filiados. Em eventos da sede da Internacional, eles se apresentam como representantes do escritório brasileiro. Durante a greve dos servidores federais, este ano, a ISP também prestou consultoria às confederações analisando os pleitos dos servidores que seriam apresentados ao governo. “O principal trabalho na ISP é orientar nas demandas do funcionalismo e discutir o direito de greve”, diz João Domingos, presidente da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB), entidade que reúne 2,5 milhões de funcionários de órgãos municipais, estaduais e federais.

Mônica Valente não é novata no meio sindical. Antes de assumir a defesa de causas do serviço público, ela militou na ONG Instituto Observatório Social (IOS), ligada à CUT. O IOS atua hoje como parceiro da associação da mulher de Delúbio. Em 2011, o instituto recebeu R$ 200 mil da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial e o mesmo valor da Petrobras para ação de comunicação institucional. Agora, no entanto, Mônica manipula um orçamento bem mais polpudo. A maior parte dos recursos milionários que bancam a entidade vem de descontos do contracheque de servidores públicos federais para as confederações.

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A obri­gação de dar um dia trabalhado por ano aos movimentos sindicais está prevista na Constituição. Mas um processo em tramitação no Tribunal de Contas da União (TCU) questiona a legalidade da transferência de dinheiro para as confederações de representação do serviço público, cujos funcionários não são regidos pela CLT. Servidores também entram na Justiça para questionar o desconto. Mesmo assim, entidades como a administrada por Mônica Valente recebem mais de R$100 milhões todos os anos.